Dia 233
22 de outubro de 2011 POR Jojo COMENTA AQUI!

Ontem foi dia de experiências antropológicas aqui em São Francisco. Pra começar o dia, fomos a Chinatown que, como o próprio nome já diz, é o bairro chinês aqui de São Francisco. E, posso assegurar: é Chinês MESMO. Pessoas falando chinês nas ruas, bancas de revistas com publicacões em chinês, placas de restaurantes, tudo em chinês.

Claro que a gente foi pra lá já pensando com a barriga, né? Almocinho chinês super tradicional com direito a ouvir todas as mesas ao redor falando, claro, em chinês.
E, como ontem o dia amanheceu lindo e bem mais quente, eu consegui usar os casaquinhos mais finos que eu tinha trazido pra viagem.
Nos pés, sapatilha super molinha que, a princípio, seria perfeita pra bater perna por aí mas acabou surpreendendo negativamente. Recomendo que as turistas andarilhas como eu adotem sapatos com mais amortecimento na sola. O calcanhar agradece.
Depois de mais um pouquinho de Chinatown, rumamos para uma outra experiência igualmente antropológica: a Haight Street, rua que ficou famosa por abrigar o início do movimento hippie aqui em São Francisco. E, posso falar? Continua abrigando até hoje. As ruas são coloridas e cheias de lojinhas e restaurantes pra lá de alternativos.
E foi lá mesmo que eu encontrei os brechós de troca sobre os quais falei aqui ontem.
Olha aqui uns detalhes de um deles:
Bem, mas pra contar a história toda, preciso, primeiro, mostrar as pecinhas que levei pra trocar.
Três vestidinhos: o primeiro fica muito curto em mim, o segundo eu tenho pareciso e o terceiro me deixa meio tchutchuca demais e eu não curto. Além dos três, levei também um blaser preto de linho da Ateen que eu nunca consegui usar. (na correria do provador, esqueci da bater uma foto com ele). Enfim, o que não nos serve cai como uma luva pra amiguinha do lado, né?
O esquema dos brechós de troca é o seguinte: você leva, eles avaliam o que eles querem e te dão uma grana pelo pacote que você pode levar embora ou usar em crédito na loja. Óbvio que eu peguei em crédito na loja. Consegui trocar por coisas bem legaizinhas: dois shortinhos, uma camisa bem fininha e um oclão que vocês verão ao longo da viagem!
Bem, voltando a Haight Street. Outra dica é dar uma passada na Amoeba, que fica bem no finalzinho da rua. Trata-se de uma loja de música incrível com títulos que vão desde rock até pop, de todas as décadas possíveis.
E olha o menininho style que tava por lá todo entretido na música.
Bem, assim termina o terceiro dia de viagem. Mas ainda tem muita coisa pela frente. Ainda bem. 🙂
Créditos de ontem:
Short: Maria Bonita Extra para C&A
Tricô: Urban Outfitters
Cardigã: Public Beware – Londres
Bolsa: Urban Outfitters
Meia: Lojas Americanas
Roupas trocadas:
Vestido 1: Espaço Fashion
Vestido 2: Zara
Vestido 3: Cavendish
Brechós de troca: o mais famoso é o Buffalo Exchange mas ao longo da rua tem vários outros, basta andar e olhar. Eles geralmente tem placas dizendo que trocam e compram roupas usadas.