Dias 12 e 13
28 de Março de 2012 POR Jojo COMENTA AQUI!

Sabe aquela sensação de receber uma surpresa quando você menos espera?

E quando essa surpresa vem de alguém que você nunca poderia imaginar?
Pois bem. Ontem a minha semana começou cheia e alegria. Estava eu aqui sentadinha na minha mesa do trabalho, quando aterrissa, no meu colo, uma encomenda no meu nome. E, eu não sei vocês, mas toda vez que eu recebo uma encomenda, eu me sinto a pessoa mais importante do mundo. Fico toda cheia de mim MESMO. Sou daquele tipo de sujeita que recebe uma encomenda e olha, com desdém, pro culega do lado pensando: “Eu recebi uma encomenda, vocêêêê nããããão, lá lá lá lá lá lá.”
Mas, posso falar? Nenhuma vez eu tirei tanta onda recebendo uma encomenda quanto dessa.
Abri o pacote do Sedex com cara de interrogação.  Lá dentro, um paninho vermelho com bolinhas brancas escondia um livro. Um livrinho quadradinho. Capa dura. Branquinha. Com ilustrações mais do que familiares. Demorei uns 5 segundos pra entender o que estava nas minhas mãos e o olho encher de lágrimas.
Um livro, lindo, cheio de fotos, cheio de carinho. Na lateral, de um lado, o meu nominho, do outro, o nominho deste blog aqui. E dentro, 366 dias.

 

 

 

Eu nunca recebi um presente tão cuidadoso, um mimo tão atencioso.

Tati, obrigada por eternizar esse ano tão especial. Quando eu estiver velhinha, mais do que ter orgulho de contar pros netinhos que a vovó maluca ficou um ano sem comprar, vou encher o peito de orgulho pra dizer que a vovó tem uma amiga e tanto.

Bem, agora ao fim de semana.

Sábado foi dia de acordar em Salvador. Sim! Mais uma ida à terrinha em apenas duas semanas! O motivo foi mais que especial: o casamento de uma amiga muito amada.

E, como eu fui madrinha, nada mais natural e apropriado do que se preparar à altura para o evento. Bem, começando pelo vestido. Eu ía com um vestido repetido. Até porque, depois desse ano inteirinho de exercício fashionístico, deu pra aprender que não vale a pena ficar comprando vestido novo a cada casamento que surge. Então, eu ía com um com o qual eu já tinha sido madrinha há um ano e pouco atrás. Mas, eis que, fui passear no shopping com a minha mãe (como a gente sempre faz – é o nosso programinha de mãe e filha preferido desde que eu me entendo por gente – por que será que eu virei uma consumista doida?). Entrei na Zara pra conferir as moda e avistei esse vestido lindo de viver. Longo, semi-transparente, florido. Caí de quatro pelo bichinho. Mamãe ficou compadecida e, como meu niver tá aí, batendo à porta (aliás, inferno astral da pessoa BOMBANDO), ela fez a gentileza de me presentear ali, no ato.  #amordemãe

Bem, como roupa nova queima no meu armário e eu fico doida pra usar de bate pronto, resolvi me aventurar a usar o lindo no casamento. Até porque, tinha absolutamente tudo a ver com a ocasião. Ele é longo mas fresquinho, florido e alegre mas na medida certa pra ser chique.

E sabe o que é mais legal? Que eu me vejo usando esse vestido com uma sandalinha rasteira e um chapéu pra passear num domingo. Ou com uma bota e o cabelão solto numa manhã de outono. Sim, agora esse é o meu critério pra roupas de festa. Quantas vezes mais vai dar pra eu usar esse treco?

Pra deixá-lo ainda mais apropriado para a ocasião, o cabelo foi preso num coque. Franja pra trás porque franja dá um ar bem mais casual ao look e, nesse dia, não era isso que a gente queria. E brincões dourados com pedras negras. E, assim, se fez uma madrinha.

Por último, carteira de babadinhos já conhecida por aqui. Daquelas peças que são básicas por natureza mas tem aquela bossinha que faz com que tenham a cara da gente.

E, aí, no fim das contas, não tinha como dar errado. O casamento foi lindo e feliz. E não tem nada melhor que isso.

Daí chegamos no domingão. E, claro que que acordei com aquela ressaquinha que prova por a + b que a noite anterior foi boa. Além disso, era dia de se despedir de salvador e voltar pra casa. Pra isso, nada melhor do que um look leve e descontraído.

A idéia foi usa coisinhas bem fesquinhas e coerentes com o calor de verão all year long da Bahia mas inserir elementos outonais. Por exemplo: a manga era comprida mas o tecido era renda, fresquinho, fresquinho. O short era curtinho mas a paleta de cores era cru e preto. Por último, o batom escolhido já não era mais o coral do verão, mas um vinho bem mais fechado.

A novidade? O oxford herdado do armário da mamãe. Sim, toda vez que eu venho pra Salvador eu acabo saindo no lucro. Sempre tem uma coisinha no armário da minha mãe que ela não anda usando, ou que não cabe mais, ou que ela comprou por impulso e depois mudou de idéia. Infelizmente, eu não moro mais com a mamãe e não posso pegar emprestadas as roupinhas e acessórios dela ao meu bel prazer.  Mas, se vocês, me permitem, essa é a minha dica de hoje. Se aproveitem do armário alheio o quanto puderem. E permitam também que as suas filhas, mães, irmãs se aproveitem do de vocês. É dividindo que se multiplica.

Pra finalizar, resolvi que faltava um detalhinho. Um acessório pra completar o look. Um. Ou dois.

Resolvi apostar em dois colares. Bem contrastantes. Um fofo com cara de vintage. Um rebelde com cara de moderno.

E é isso. Muita emoção pra um post só.

Créditos de sábado:

Vestido: Zara
Sapato: Santa Lolla
Carteira: New Order

Domingo:
Short: Maria Bonita Extra
Regata: Mercado Pop
Bolsa: New Order
Sapato: Arezzo
Camisa de renda: H&M
Óculos: Asos
Corrente: Accessorize