Um fim de semana de arte, natureza e, claro, um pouquinho de moda.
10 de julho de 2012 POR Jojo COMENTA AQUI!

Bem, pessoas lindas do meu convívio internético, é com muito prazer que eu divido com vocês a informação de que eu passei os últimos dias longe do universo virtual porque, onde eu estava, o 3G era bem marromenos. Taí, parece ruim mas é bom.

Na verdade, eu aproveitei o feriado paulistano de 9 de julho, para partir rumo a Inhotim para um final de semana longo, trnaquilo e deliciosamente cultural.

Pra quem nunca ouviu falar de Inhotim, eu explico:o Instituto Cultural Inhotim fica ali, pertinho de Belo Horizonte, mais precisamente, ao lado de um pequena cidade mineira chamada Brumadinho. Trata-se de um enorme museu a céu aberto, que abriga obras de alguns dos mais importantes artistas contemporâneos do Brasil e do mundo. Se isso não fosse o suficiente pra despertar o interesse de ir lá, o lugar tem projeto paisagístico original de Burle Marx e, hoje, constitui um jardim botânico importantíssimo. No fim das contas, vale, simplesmente, dizer que Inhotim é um encanto pros olhos e para a mente.

Pois bem. Eu fui lá. Cheguei em Belo Horizonte na sexta-feira à noite e, no sábado pela manhã, segui para Inhotim.

Pra quem quiser passar o final de semana por lá, sugiro alugar um carro em BH pra poder se locomover tranquilamente pela região. Mas, se você preferir, existem ônibus que fazem o mesmo trajeto. O caminho demora uma horinha, mas o caminho é tranquilo e super bonito.

Inhotim é grande. Portanto, sugiro pelo menos dois dias pra ver tudo. Em um dos dias vale a pena pagar um pouquinho a mais e ter direito aos trajetos no carrinho. Sim, como o museu é enorme, percorre-se longas distâncias para chegar até algumas das obras (as mais legais, diga-se de passagem). Por isso, o Instituto oferece duas rotas percorridas por carrinhos pequenos (como aqueles usados em campos de golf). Especialmente pra quem tem dificuldade de locomoção, os carrinhos são sensacionais.

Mas voltando ao assunto ao qual este blog se destina: com que roupa eu vou pra Inhotim? Primeira coisa: conforto. Anda-se muito. Segunda coisa: nessa época do ano faz frio de manhãzinha e à noite e calor no meio do dia. Portanto, a boa é levar um casaquinho e deixá-lo à mão para quando necessário.

Eu vou falar que eu ousei no primeiro dia. Achei que fosse fazer o maior calor no parque e meti um shortinho bem inho. Ao sol de meio dia, até que ele caiu bem. Mas com o cair da tarde confesso que gostaria de ter estado um pouco mais cobertinha.

Mas, tudo bem. O resto do look foi super acertado. Colorido como Inhotim. Contrastante como Inhotim. Flores com listras, amarelo com vermelho e azul. E com um chapéu pra proteger do sol que brilhou o dia todo.

E, pra vocês terem um gostinho do que se trata o lugar, direto do Instagram (@mourajo) umas fotitas de cenários e obras.

Daí, voltei no segundo dia, já ligada nos friozinhos ao longo do dia. Tratei de botar uma calça e uma camisa leve. Foi o combo perfeito. Nem calor nem frio.

A barra dobrada da calça deu aquele arzinho descontraído e deixou à mostra o mocassim mais lindo do momento. Já a bolsa, foi reaproveitada do look de sábado, afinal, estamos falando de looks saídos da mala de viagem.

Não é o lugar mais lindo e feliz?

Daí, ontem, depois de dar tchau a Inhotim, a boa foi almoçar lá no Topo do Mundo. Lá no alto mesmo, ó. Posso falar? Um pôr do sol dos mais bonitos que eu já ví.

Bem, esse foi o resumo do fim de semana. Agora, aqui em São Paulo, já estou sofrendo de saudades do feriadinho feliz.

Hoje, mais do que dicas fashion, eu recomendo: tendência é ir relaxar e respirar arte em Inhotim.

Créditos de sábado:
Short: Chemin
Blusa: C&A
Casaquinho: American Apparel
Sapato: Vans
Bolsa: Urban Outfitters
Óculos: brechó em Buenos Aires

Créditos de domingo:
Calça: Zara
Camisa: C&A
Sapato: Maria Bonita Extra
Bolsa: Urban Outfitters
Óculos: Asos