O que veio na mala, edição 4: turbantes
22 de Janeiro de 2014 POR Jojo COMENTA AQUI!
Eu sei que eu falei deles tem pouquinho tempo aqui no blog, mas a verdade é que, desarrumando a minha mala, me dei conta de que trouxe quatro deles comigo de volta pra casa.De início, pensei: que retardada! 4 turbantes? Qua-tro, Joanna? Pelamordedeus. Quantas cabeças a senhora tem? (aliás, cês já repararam que a gente vai ficando mais velha e a nossa consciência vai soando cada vez mais como a nossa mãe?). Porém, depois de cuidadosa análise, percebi que o excesso, na verdade, era apenas estocagem. Explico.

Cês já repararam como é difícil achar um turbante aqui pelo Brasil? Não tô falando de lenços que você consegue dar um jeitinho e amarra na cabeça no turbante-style. Tô falando de turbante desses que já vem pronto, turbante que nasceu turbante e sempre será turbante. Desses, você não encontra em qualquer esquina desse Brasil, não. Os únicos que eu tenho, tive que comprar na Asos e mandar entregar aqui.

Então, cercada por essa escassez de turbantes, nada mais natural do que aproveitar a ocasião da viagem para trazer alguns e fazê-los render um ano inteirinho por aqui. Algumas coisas legais:

– todos foram bem baratinhos, em torno de 10 dólares
– todos são bem diferentes uns dos outros

Na verdade, dois deles eu já mostrei por aqui. Como a minha mãe sempre disse e eu sempre reitero aqui: roupa nova queima no meu armário/mala de viagem. E se vale pra roupa, vale pra turbante. O primeiro foi o mostarda logo no primeiro post da viagem, ainda em Las Vegas, lembram? O segundo foi aquele pretinho, que apareceu no finalzinho da viagem, aqui ó.

Hoje, como estamos falando que eles foram um ítem importante da configuração da mala de volta, resolvi tirar mais um do armário. Ele é azul e de veludo e cheio de possibilidades 🙂

A primeira coisa que pensei foi: como ficaria legal fazer um look navy, bem basicão, com camiseta de listras e tudo branquinho e azul marinho e só usar o turbante pra coroar. Porque turbante tem essa coisa de deixar tudo com cara de mais exótico (a gente já falou sobre isso aqui também, né?), então, tô numa levada de usar os bichinhos com looks muito basicões.

Resultado: calça branca, blusa a la Coco Chanel e turbantinho azul marinho de veludo. Quem vê pensa que eu fui almoçar ali na costa do Mediterrâneo e já volto. E a intenção era essa mesmo (adoro usar a desculpa de que é verão pra ir mais descontraída pro trabalho – hihihi).

E, como o look já tava em clima de descontração, cheio de casualidade, eu optei por uma bolsa bem grandona (clima de bolsa de feira), com uma estampa com uma pegada meio étnica bem interessante.

Como ela (a bolsa) era um elemento estranho no look (tudo navy e, de repente, pá! estampa, étnico), achei por bem incluir mais alguma coisa que entrasse no clima da bolsa e amarrasse o look todo. E aí entrou o mocassim laranja. O legal é que o mocassim tem tudo a ver com a estética navy e, ao mesmo, tempo, o laranja fez o link perfeito com os pontinhos da bolsa.

Fora que cês não tem ideia do conforto que o bichinho proporciona pros pés (vale ressaltar que os pés da Cinderela aqui são grandes, mas são bem frescurentos, tem bolha que nasce só com a ameaça de um sapato mais grosso encostar).

E agora eu prometo que passo um tempo sem falar de turbantes, tá? (pelo menos uma semaninha, até que ficar louca de vontade de mostrar o último dos 4 adquiridos nos States).

Hasta la vista, babies.

Créditos:

Calça: C&A
Blusa: Topshop
Cinto: C&A
Sapato: Zara
Bolsa: Lenny para C&A
Pulseira fininha: Topshop (ela foi mega baratex, acho que R$19,90, mas não recomendo. Cheguei em casa hoje, depois de um dia de uso, e ela tava quebrada)
Pulseira grossa: Accessorize
Óculos: Marc by Marc Jacobs
Turbante: Urban Outfitters